Greenwashing: O Que É e Como Não Cair Nele

Você sabe o que é greenwashing? Nos últimos anos, as pessoas têm prestado cada vez mais atenção às questões sociais. Principalmente aqueles relacionados ao meio ambiente. No Brasil, que sofreu desastres ecológicos nos últimos anos, essa tendência se tornou ainda mais forte.

Como resultado, técnicas de marketing começaram a surgir, por exemplo, com foco no desenvolvimento sustentável, redução da poluição ou reciclagem.

Ou seja, empresas que se autodenominam ecologicamente corretas. No entanto, isso nem sempre é verdade.

Algumas organizações apenas encobrem sua verdadeira perda para a natureza. Essa abordagem certamente causará muitos problemas para os empreendedores.

Se você deseja aprender tudo sobre “limpeza verde”, você veio ao lugar certo. Ao longo deste artigo, explicarei tudo sobre a tecnologia, por que ela é prejudicial e como prevenir os danos que causa.

O Que é Greenwashing?

Greenwashing é um termo usado por organizações privadas, sejam agências governamentais ou não governamentais, para usar técnicas de marketing para construir uma compreensão enganosa do meio ambiente.

O objetivo é conquistar o apoio popular. No entanto, ele ocultará ou mudará o foco para o dano natural real causado por suas atividades. Literalmente, existem várias traduções usadas para definir a limpeza verde.

Incluindo cabelo verde, shampoo verde ou tinta verde. Porém, o que melhor representa a expressão da nossa linguagem é: maquiagem verde.

Isso ocorre porque aGreenwashing é uma técnica de manipulação.

Esconde a real ameaça da empresa ao meio ambiente, minimizando ou alterando o impacto na opinião pública. No Brasil, o termo “lavagem de dinheiro” é muito comum em transações financeiras ilegais.

O trabalho de ecologização é realizado de forma semelhante, enviando mensagens otimistas sobre as atividades da organização, o que na verdade obscurece os problemas por ela causados.

Em outras palavras, esta é uma atividade de marketing antiética (geralmente também relacionada a relações públicas). É uma publicidade ambiental que pretende ser prejudicial ao clima, à natureza e ao bem-estar social.

É importante entender o que é isso e como evitar a limpeza verde, porque muitas empresas caem nessa armadilha mesmo sem saber o que estão fazendo.

Além disso, esse é um método que pode ser multado diretamente por agências governamentais.

Como as questões ambientais afetam diretamente as decisões de compra dos consumidores, elas causarão uma grave crise de imagem.

Mais tarde, ao conhecer os verdadeiros estojos de limpeza verde no Brasil e no mundo, todos esses efeitos ficarão mais claros para você. Antes, vamos voltar no tempo para entender sua história

Onde e quando surgiu o termo?

Em 1986, o ambientalista Jay Westerveld escreveu um artigo considerando sua visita a um hotel na ilha de Samoa, no Pacífico Sul. Ele disse na reportagem que havia um cartão no quarto, obrigando os hóspedes a usarem a mesma toalha durante toda a sua estadia para salvar o planeta.

A desculpa é evitar o desperdício de água nas roupas. Porém, a verdadeira motivação da empresa é evitar gastos com materiais de limpeza, que trarão mais benefícios para a empresa do que para o meio ambiente.

Para expressar este substantivo, ele usou outra expressão bem conhecida. A branqueamento é uma prática às vezes usada em ambientes políticos, nos quais escândalos são cobertos por divulgações de dados tendenciosas e enganosas.

Segundo ele, o objetivo é ganhar vantagem de mercado, lucro e maior competitividade no caso de abuso de informações ao consumidor.

Assim, há uma maior atração de clientes e economia para a organização em questão.

São metas justas, obtidas por meio de práticas imorais ou ilegais.

Não por acaso, a inspiração no whitewashing levou Westerveld a sugerir o termo greenwashing.

Exemplos de ações de greenwashing no marketing

Existem muitos exemplos de ações verdes em marketing. No Brasil e no mundo, diversas empresas têm sofrido reclamações com base em crises de imagem e reputação, e essas reclamações afetaram gravemente sua saúde financeira. Estas são algumas situações.

Fiat Em 2017, a montadora Fiat recebeu um alerta do Conar (Comitê de Autorregulamentação Publicitária), obrigando-a a realizar uma limpeza verde. O comportamento ocorreu após a apresentação de denúncia por meio de protesto (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

A Fiat enfatizou um produto chamado “Super Green Tire” no anúncio porque é dito que tem alta durabilidade e baixo consumo de combustível.

No entanto, a produção, uso e descarte do produto não corresponderam aos anunciados nas ações promocionais da marca. Como resultado, é necessário alterar a propaganda para refletir a realidade da campanha.

Carrefour, algodão e pessoal Em 2016, a Proteste também interveio, a Proteste é a maior associação de consumidores da América Latina.

Ela conduziu uma pesquisa com base na série ISO de padrões técnicos internacionais para determinar os problemas com os rótulos das embalagens dos produtos fornecidos por alguns dos principais varejistas nacionais.

No Rio de Janeiro, foram encontrados 12 produtos com informações verdes falsas, o que concorda com o conceito de limpeza verde. Isso inclui itens famosos como guardanapos e algodão da marca Carrefour e papel higiênico de marca pessoal.

O estudo também mostrou que grande parte da população não acredita nos selos verdes, pois eles são inseridos em produtos que indicam que estão relacionados ao meio ambiente.

General Motors Em 2017, a General Motors associou o nome “Eco” a determinados motores e transmissões dos veículos da marca. Sob essa premissa, espera-se melhorar a emissão de gases poluentes nocivos à atmosfera.

Como identificar o greenwashing?

Identificar a limpeza verde não é fácil. Afinal, é necessário inspecionar o produto e fazer pesquisas aprofundadas para avaliar a exatidão das informações e o comprometimento do fabricante.

No entanto, existem alguns sinais e atividades que são comuns às empresas que implementam a limpeza verde.

Esses são alguns itens. Custos ambientais disfarçados Isso acontece quando a empresa mostra benefícios ambientais sem explicar o processo.

Por exemplo, pode se identificar como uma empresa que realiza reciclagem, mas não disponibiliza o método utilizado.

Em muitos casos, essa atividade consome mais água, eletricidade e causa mais poluição do que o uso de materiais não reciclados. Claro, isso vai contra a sua preocupação com o verde.

Como evitar o greenwashing

Como vimos até agora, você precisa evitar quaisquer práticas pan-verdes em sua estratégia. Mesmo que o erro não seja intencional, essa preocupação é válida. Portanto, para evitar esse problema, analise o que você não deve usar em suas ações e campanhas:

Linguagem confusa: palavras ou termos com significado ambíguo, como “verde” ou “amigos verdes”

Imagens sugestivas: imagens ou ícones que podem confundir os consumidores

Declaração irrelevante: informações obrigatórias e divulgadas como discrepâncias

Declarações autopromocionais: empresas que afirmam ser superiores a outras empresas

Informações insuficientes: falta de dados e fatos para comprovar o que foi dito

Jargão impreciso: informações que precisam de comprovação científica

Mentiras: declarações falsas ou sem fundamento

Certificação falsa: A certificação de fabricação não foi verificada pelo FSC, IBD, PROCEL, Ecocert ou ISO 14021.

Para aprender mais marque uma consultoria com a b20.

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